TEMAS DE SAÚDE BUCAL: Este Blog é destinado preferencialmente a valorizar o trabalho da Equipe de Saúde Bucal composta pelo Cirurgião Dentista, Técnico em Saúde Bucal, Auxiliar em Saúde Bucal, Técnico em Prótese Dentária, Auxiliar de Prótese Dentária e Técnico de Manutenção em Equipamento Odontológico, e divulgar assuntos relacionados com a Odontologia e Saúde Bucal Coletiva,além de promover troca de experiências e esclarecimentos de dúvidas entre profissionais da área .
Mostrando postagens com marcador Equipes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Equipes. Mostrar todas as postagens
domingo, 13 de maio de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Atenção Básica e a Saúde da Família
Existem muitas dúvidas até entre os próprios trabalhadores na saúde o que é realmente a Saúde da Família em relação ao conceito tradicional de saúde pública, por isso eu ocupo o espaço da postagem de hoje transcrevendo uma publicação do Ministério da Saúde no Portal Saúde.
Diretriz conceitual
O acúmulo técnico-político dos três níveis de gestão do SUS, na implantação do Programa de Agentes Comunitários de Saúde e da estratégia de Saúde da Família, elementos essenciais para a reorientação do modelo de atenção, tem possibilitado a identificação de um conjunto de questões relativas às bases conceituais e operacionais do que se tem denominado "Atenção Básica à Saúde" no Brasil, e de suas relações com os demais níveis do sistema. Esta discussão fundamenta-se nos eixos transversais da universalidade, integralidade e eqüidade, em um contexto de descentralização e controle social da gestão, princípios assistenciais e organizativos do SUS, consignados na legislação constitucional e infraconstitucional.
A expansão e a qualificação da atenção básica, organizadas pela estratégia Saúde da Família, compõem parte do conjunto de prioridades políticas apresentadas pelo Ministério da Saúde e aprovadas pelo Conselho Nacional de Saúde. Esta concepção supera a antiga proposição de caráter exclusivamente centrado na doença, desenvolvendo-se por meio de práticas gerenciais e sanitárias, democráticas e participativas, sob a forma de trabalho em equipes, dirigidas às populações de territórios delimitados, pelos quais assumem responsabilidade.s princípios fundamentais da atenção básica no Brasil são: integralidade, qualidade, eqüidade e participação social. Mediante a adstrição de clientela, as equipes Saúde da Família estabelecem vínculo com a população, possibilitando o compromisso e a co-responsabilidade destes profissionais com os usuários e a comunidade. Seu desafio é o de ampliar suas fronteiras de atuação visando uma maior resolubilidade da atenção, onde a Saúde da Família é compreendida como a estratégia principal para mudança deste modelo, que deverá sempre se integrar a todo o contexto de reorganização do sistema de saúde.
Fonte: Portal Saúde.
Leia mais sobre o assunto: http://dab.saude.gov.br/atencaobasica.php#equipes
Diretriz conceitual
O acúmulo técnico-político dos três níveis de gestão do SUS, na implantação do Programa de Agentes Comunitários de Saúde e da estratégia de Saúde da Família, elementos essenciais para a reorientação do modelo de atenção, tem possibilitado a identificação de um conjunto de questões relativas às bases conceituais e operacionais do que se tem denominado "Atenção Básica à Saúde" no Brasil, e de suas relações com os demais níveis do sistema. Esta discussão fundamenta-se nos eixos transversais da universalidade, integralidade e eqüidade, em um contexto de descentralização e controle social da gestão, princípios assistenciais e organizativos do SUS, consignados na legislação constitucional e infraconstitucional.
A expansão e a qualificação da atenção básica, organizadas pela estratégia Saúde da Família, compõem parte do conjunto de prioridades políticas apresentadas pelo Ministério da Saúde e aprovadas pelo Conselho Nacional de Saúde. Esta concepção supera a antiga proposição de caráter exclusivamente centrado na doença, desenvolvendo-se por meio de práticas gerenciais e sanitárias, democráticas e participativas, sob a forma de trabalho em equipes, dirigidas às populações de territórios delimitados, pelos quais assumem responsabilidade.s princípios fundamentais da atenção básica no Brasil são: integralidade, qualidade, eqüidade e participação social. Mediante a adstrição de clientela, as equipes Saúde da Família estabelecem vínculo com a população, possibilitando o compromisso e a co-responsabilidade destes profissionais com os usuários e a comunidade. Seu desafio é o de ampliar suas fronteiras de atuação visando uma maior resolubilidade da atenção, onde a Saúde da Família é compreendida como a estratégia principal para mudança deste modelo, que deverá sempre se integrar a todo o contexto de reorganização do sistema de saúde.
Fonte: Portal Saúde.
Leia mais sobre o assunto: http://dab.saude.gov.br/atencaobasica.php#equipes
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Cobertura de saúde bucal cresce 5 vezes em 10 anos
A cobertura da população brasileira por equipes de saúde bucal é cinco vezes maior desde 2002, passando de 7% para os atuais 37% e a capacidade de oferecer procedimentos especializados de aumentou quatro vezes no mesmo período: de seis milhões atendimentos por ano há 10 anos para 25 milhões hoje. De acordo com o Ministério da Saúde , esses resultados se devem ao programa Brasil Sorridente, que ampliou os recursos anuais para a área em 13 vezes: dos R$ 58 milhões em 2002 para R$ 782,3 milhões em 2011
Criados em 2004, os Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs) oferecem serviços especializados, como tratamento endodôntico (canal), atendimento a pacientes com necessidades especiais, cirurgia oral menor, periodontia (tratamento de gengiva), diagnóstico bucal (com ênfase ao diagnóstico de câncer bucal), implantodontia, ortodontia, entre outros. De acordo com o Ministério, a rede de 878 CEOs em 735 municípios ajudou a fazer com que 165,5 milhões de brasileiros tenham acesso a atendimento odontológico. Há dez anos, eram 147,9 milhões.
Hoje existem 21.394 Equipes de Saúde Bucal (ESB) no Brasil, que acompanham a população desde a prevenção até o tratamento clínico em 4.879 municípios (88% do total do País). Essa quantidade de ESB é 389% maior do que em 2002, quando havia 2.302 municípios cobertos.
Próteses – Além dos 708 Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias (LRPD) espalhados pelo Brasil, com capacidade anual de produção de 500 mil próteses, em maio de 2011 o pagamento do Sistema Único de Saúde passou de R$ 60 para R$100 por prótese. Os laboratórios recebem custeio mensal para a produção de próteses dentárias totais e parciais removíveis, com estrutura metálica. O Ministério também faz a doação de todos os equipamentos necessários para os municípios que implantam os laboratórios. O objetivo é zerar a necessidade de próteses totais (dentaduras) da população em quatro anos.
Recursos – A saúde bucal recebeu R$ 4,6 bilhões em 9 anos (acumulado 2002-2011). O programa Brasil Sorridente, que faz parte do Brasil Sem Miséria , permitiu que diversos brasileiros tivessem pela primeira vez uma consulta odontológica e ajudou a diminuir a incidência de doenças bucais.
A constatação é feita pela pesquisa realizada em 2010 que mostra que 1,6 milhão de dentes deixaram de ser afetados pela cárie em crianças de 12 anos e 1,4 milhão de crianças não possuem nenhum dente cariado – um aumento de 30% em relação a 2003. Além disso, o número de crianças livres de cárie aos 12 anos cresceu de 31% para 44%. O programa distribuiu 72,6 milhões de kits de prevenção (com pasta e escova).
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Criados em 2004, os Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs) oferecem serviços especializados, como tratamento endodôntico (canal), atendimento a pacientes com necessidades especiais, cirurgia oral menor, periodontia (tratamento de gengiva), diagnóstico bucal (com ênfase ao diagnóstico de câncer bucal), implantodontia, ortodontia, entre outros. De acordo com o Ministério, a rede de 878 CEOs em 735 municípios ajudou a fazer com que 165,5 milhões de brasileiros tenham acesso a atendimento odontológico. Há dez anos, eram 147,9 milhões.
Hoje existem 21.394 Equipes de Saúde Bucal (ESB) no Brasil, que acompanham a população desde a prevenção até o tratamento clínico em 4.879 municípios (88% do total do País). Essa quantidade de ESB é 389% maior do que em 2002, quando havia 2.302 municípios cobertos.
Próteses – Além dos 708 Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias (LRPD) espalhados pelo Brasil, com capacidade anual de produção de 500 mil próteses, em maio de 2011 o pagamento do Sistema Único de Saúde passou de R$ 60 para R$100 por prótese. Os laboratórios recebem custeio mensal para a produção de próteses dentárias totais e parciais removíveis, com estrutura metálica. O Ministério também faz a doação de todos os equipamentos necessários para os municípios que implantam os laboratórios. O objetivo é zerar a necessidade de próteses totais (dentaduras) da população em quatro anos.
Recursos – A saúde bucal recebeu R$ 4,6 bilhões em 9 anos (acumulado 2002-2011). O programa Brasil Sorridente, que faz parte do Brasil Sem Miséria , permitiu que diversos brasileiros tivessem pela primeira vez uma consulta odontológica e ajudou a diminuir a incidência de doenças bucais.
A constatação é feita pela pesquisa realizada em 2010 que mostra que 1,6 milhão de dentes deixaram de ser afetados pela cárie em crianças de 12 anos e 1,4 milhão de crianças não possuem nenhum dente cariado – um aumento de 30% em relação a 2003. Além disso, o número de crianças livres de cárie aos 12 anos cresceu de 31% para 44%. O programa distribuiu 72,6 milhões de kits de prevenção (com pasta e escova).
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Assinar:
Postagens (Atom)


